1. Acesso
-> Série nova (1973 - Atualmente)
-> Série antiga (1937 - 1969)
2. Histórico
Volumes 1 a 27 - publicados de 1937 a 1969 como Boletim da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP- série Botânica. - a partir de 1973 inicia-se a publicação independente como Boletim de Botânica da USP, iniciando nova numeração desde vol. 1. - após o volume 8 (1980), houve interrupção na regularidade da publicação, mas com o lançamento do volume 9 em 1987 esta foi retomada.
3. Periodicidade
Anual. A partir de 2003, com o volume 21, foi iniciado o lançamento de 2 fascículos anuais.
4. Perfil geral da revista
Publica trabalhos resultados de pesquisas científicas originais em qualquer campo da Botânica, realizados por pesquisadores brasileiros ou estrangeiros. Os trabalhos podem ser redigidos em português, inglês ou espanhol.
5. Instruções
Normalmente divulgadas em cada volume lançado, para orientação dos possíveis colaboradores (ver tópico 8 - Instruções).
6. Distribuição e intercâmbio
O Boletim de Botânica da USP é regularmente distribuído para cerca de 250 instituições de vários países. Cerca de 90 periódicos são permutados com a revista pelo Bibioteca do Instituto de Biociências da USP.
7. Comissão Editorial e Conselho Editorial
COMISSÃO EDITORIAL - IB-USP
Prof. Dr. José Rubens Pirani – Editor-responsável - pirani@usp.br
Prof. Dr. Antonio Salatino – Fitoquímica - asalatin@ib.usp.br
Prof. Dr. Eurico Cabral de Oliveira -Ficologia - euricodo@usp.br
Prof. Dr. Gilberto Barbante Kerbauy – Fisiologia - gbtkerba@ib.usp.br
Profa. Dra Marico Meguro – Ecologia - mmeguro@ib.usp.br
Profa. Dra. Nanuza Luiza de Menezes – Anatomia - nanuzalm@usp.br
Prof. Dr. Renato de Mello-Silva – Sistemática - mellosil@usp.br
Profa. Dra. Vânia Regina Pivello – Ecologia - vrpivel@ib.usp.br
CONSELHO EDITORIAL
A Comissão editorial é assessorada por um Conselho editorial de assessores de várias instituições nacionais e internacionais.
Dr. Alain Chautems - Conservatoire et Jardin Botaniques de Genève, Suisse
Dr. Alessandro Rapini - Universidade Estadual de Feira de Santana, Bahia
Dr. Alfredo E. Cocucci - Universidad Nacional de Cordoba, CONICET, Argentina
Dra Ana Maria Giulietti - Universidade Estadual de Feira de Santana, Bahia
Dra. Daniela C. Zappi - Royal Botanic Gardens, Kew, Inglaterra
Dra. Dorothy Sue Dunn de Araújo – Jardim Botânico do Rio de Janeiro
Dra. Edenise Segala Alves - Instituto de Botânica, São Paulo
Dr. Enrique Forero - Universidad Nacional de Colombia
Dra. Hilda Maria Longhi-Wagner - Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Dr. Lázaro Eustáquio Pereira Peres - ESALQ, Universidade de São Paulo
Dra. Lygia D. R. Santiago-Fernandes - Museu Nacional, Universidade Federal do Rio de Janeiro
Dr. Marcelo Guerra - Universidade Federal de Pernambuco
Dra. Maria Auxiliadora Kaplan - Universidade Federal do Rio de Janeiro
Dr. Paul Berry - University of Michigan, E.U.A.
Dr. Renato Crespo Pereira - Universidade Federal Fluminense
Dr. Vinícius Castro Souza - ESALQ, Universidade de São Paulo
Dr. Wm. Wayt Thomas - The New York Botanical Garden, E.U.A.
Dra. Zenilda L. Bouzon - Universidade Federal de Santa Catarina
Além disso, consultores ad hoc são regularmente solicitados a cooperar na seleção e análise dos manuscritos submetidos.
8. Instruções aos autores
1. O BOLETIM DE BOTÂNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO destina-se à publicação de pesquisas científicas originais em qualquer campo da Botânica, realizadas por pesquisadores brasileiros ou estrangeiros. Revisões bibliográficas e notas científicas poderão ser aceitas após análise pela Comissão Editorial.
2. Os manuscritos, em português, inglês ou espanhol, devem ser enviados ao Editor-Responsável, IB-USP, Rua do Matão, Trav. 14, 321, 05508-900 - São Paulo, SP, Brasil.
3. A aceitação dos trabalhos depende de decisão do corpo editorial, que é assessorado por especialistas. Os artigos deverão conter estritamente as informações necessárias para sua compreensão. Artigos muito extensos poderão ser publicados, a critério da Comissão Editorial. Serão fornecidas, gratuitamente, 50 separatas. Poderão ser obtidas separatas extras, a preço de custo, se solicitado ao editor durante as provas.
4. Os manuscritos podem ser submetidos sob três formas: a) em 3 cópias completas, impressos em espaço duplo, em papel de boa qualidade; b) em forma de documento gravado em CD-R ou DVD com o manuscrito em versão MS-DOS (.doc) ou .txt ou .rtf, e figuras digitalizadas como pdf ou tif com boa resolução (300 dpi para fotografias, 600-800 dpi para desenhos); c) no formato anterior mas com imagens em baixa resolução, enviado para o endereço eletrônico bolbotusp@gmail.com. Figuras originais em nanquim só deverão ser encaminhadas após a aceitação do trabalho. Cada página deve ser numerada, iniciando com o título do trabalho, nomes dos autores, sua afiliação (grifada), título resumido e notas de rodapé, se necessárias. Em seguida um Abstract (e título em inglês, entre parênteses) e o Resumo (e o título em português, entre parênteses) ou Resumen (e o título em espanhol, entre parênteses), seguidos de 2-4 palavras-chave.
5. Tabelas, figuras e legendas de figuras deverão vir em páginas ou arquivos separados. Legendas de figuras podem vir em inglês e português (ou espanhol), no final do texto. As palavras figura e tabela podem ser sempre abreviadas e iniciadas por letra maiúscula: Fig. ou Tab.
6. Citações bibliográficas no texto devem incluir o sobrenome do autor e ano da publicação, em ordem cronológica, sem vírgula. Serão colocadas vírgulas apenas entre o ano de publicação e o nome do autor seguinte, na sequência. Se houver mais de dois autores, só o primeiro será citado, seguido de et al. e do ano de publicação. As citações de dois autores dentro e fora de parênteses devem seguir os exemplos seguintes: (Metcalfe & Chalk 1950); Metcalfe & Chalk (1950).
7. Em trabalhos taxonômicos, as citações de material botânico devem ser detalhadas, incluindo, na seguintes ordem: local e data de coleta, nome e n o de coletor e sigla do herbário onde está depositado o material. Os nomes de autores de táxons devem seguir as recomendações de abreviação constantes em Brummitt, R. K. & Powell, C. E. 1992. Authors of plant names (Royal Botanic Gardens, Kew). As citações de obras taxonômicas clássicas dentro do texto devem seguir as abreviações propostas por Stafleu, F. A. & Cowan, R. S. 1976-1988. Taxonomic literature (Bohn, Scheltema & Holkema. Utrecht).
8. A lista de referências bibliográficas, deverá ser em ordem alfabética, segundo os exemplos abaixo:
DAHLGREN, R.M.T., CLIFFORD, H.T. & YEO, P.F. 1985. The families of the monocotyledons. Springer-Verlag. Berlin.
ENGLER, A. 1874. Simaroubaceae. In C.F.P. Martius & A.W. Eichler (eds) Flora brasiliensis. Frid. Fleischer. Leipzig, vol. 12, pars 2, p. 197-248, tabs. 40-49.
REED, W.W. & TUCKEY Jr., H.B. 1982. Permeability of Brussels sprouts and carnation cuticles from leaves developed in different temperatures and light intensities. In D.F. Cutler, K.L. Alvin & C.E. Price (eds) The plant cuticle. Academic Press. London, p. 267-278.
VENTURELLI, M. 1984. Estudos embriológicos em Loranthaceae: Struthanthus flexicaulis Mart. Revista Brasil. Bot. 7: 107-119.
O Sistema adotado para abreviação de títulos é do “Botanico-Periodicum-Huntianum” (Bridson, G. D. R. & Smith, E. R. 1991, Carnegie Mellon University, Pittsburgh).
9. As ilustrações (original e 2 cópias) devem ter, no máximo, 3 vezes o seu tamanho final de publicação. O espaço máximo disponível para as figuras (incluindo legendas) é de 18 cm de largura x 23 cm de altura. Cada prancha de figuras deverá receber uma numeração em algarismos arábicos, sendo as figuras individualmente dentro de cada prancha legendadas com letras de “a” em diante. Todas as figuras devem estar citadas no texto. Os desenhos devem ser feitos em tinta nanquim sobre papel-vegetal. Só serão aceitas fotografias em papel brilhante, cujas dimensões não excedam 2 vezes o tamanho final de publicação. O uso de escalas é obrigatório e devem ser incluídas na própria figura.
10. Para os trabalhos de flora, devem-se observar as seguintes recomendações: a) descrições de famílias e gêneros não devem exceder 15 linhas impressas; b) para citação dos taxa infragenéricos, observar a seguinte seqüência: gênero + espécie + autor (vírgula), obra, página, figura e ano de descrição original; c) abreviar os seguintes termos; alt., compr., larg., diâm.; d) para referência do material estudado, organização das figuras e bibliografia, seguir as normas gerais citadas nos ítens 4,5 e 6.
11. Para maiores esclarecimentos sobre a organização do manuscrito, especialmente quanto à maneira de colocação de títulos e subtítulos, subdivisão do texto, organização de tabelas e pranchas, deverão ser consultados números recentes do Boletim, a partir do volume 20.